quinta-feira, 13 de abril de 2017

Celebração de Ramos Paróquia São João Paulo II

Centenas de fiéis participaram da celebração e procissão de ramos na Paróquia São João Paulo II em Patrocínio

No último dia 09 de abril, Domingo de Ramos, centenas de fiéis participaram da celebração e procissão de ramos na Paróquia São João Paulo II. A celebração teve início na Capela São Sebastião com a bênção dos ramos, em seguida, os fiéis presentes, juntamente com toda a equipe de liturgia, seguiram em procissão para a a Matriz da Paróquia São João Paulo II, Igreja Nossa Senhora da Piedade, onde Pe Orlando deu continuidade à celebração.
Todas as fotos da celebração e da procissão você tem acesso abaixo.





Texto e imagens:
PasCom Paróquia São João Paulo II


sábado, 4 de março de 2017

Celebração de Cinzas Paróquia São João Paulo II

Centenas de fiéis participaram no último dia 01 de março da celebração de Quarta-feira de cinzas na Paróquia São João Paulo II. Além das celebrações do culto nas comunidades de Salite, São Benedito, Taquara, Chapadão e Nossa Senhora da Abadia, aconteceu também a celebração da Santa Missa e distribuição de cinzas nas comunidades São Sebastião e Nossa Senhora da Piedade, ambas presididas pelo pároco Pe Orlando.
É a celebração de cinzas que marca o início do tempo quaresmal na Igreja, tempo de penitência e oração mais intensa. As cinzas bentas que são colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer, que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer.



Texto: Carlos Daniel Santos
Imagens: Carlos Daniel Santos

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Segundo dia do Rebanhão 2017

Centenas de pessoas participaram do segundo dia do Rebanhão de Patrocínio, jovens e adolescentes de vários movimentos e fiéis de todas as paróquias da cidade participaram do evento no dia 25 de fevereiro.

Com programação durante todo o dia, o segundo dia do Rebanhão teve como atrações a oração do santo terço, animação com o Ministério Kairós, pregação com Aline, do Grupo Kairós, apresentações artísticas, Santa Missa com liturgia de responsabilidade da Paróquia São José e celebrada pelo Padre Iram e co-celebrada pelo Padre Artur, após a Santa missa os presentes louvaram com o show do Ministério em Missão, e o lual do Rebanhão, atração inédita do evento, que foi animado e conduzido por Gutemar.

Em sua 26ª edição, o Rebanhão de Patrocínio no ano de 2017 conta com várias novidades e atrações, clique aqui e acesse a programação completa do Rebanhão 2017.



Fotos: Vanderley Nascimento
Texto: Carlos Daniel Santos

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Assembleia Paroquial de Catequistas

No dia 18/12 realizou-se a 1° Assembleia Paroquial de Catequistas na Igreja Nossa Senhora da Piedade. O momento contou com a presença de catequistas das três comunidades urbanas e também das comunidades rurais que formam a paróquia.
Na oração inicial, José Marcelo e Cristiane fizeram um momento de reflexão sobre o significado do presépio no Natal e cada catequista colocou sobre a mesa um personagem até que o presépio fosse montado totalmente. O pároco Padre Orlando também esteve presente fazendo um momento de conversa com os catequistas e destacando a importância da catequese.
A assembleia se seguiu com a coordenadora paroquial de catequese, Cristiane, mostrando a caminhada da catequese na paróquia no ano de 2016 e os planos e o calendário para o ano de 2017. Também foram entregues as novas camisetas da pastoral catequética. O encontro foi encerrado com a celebração da Santa Missa presidida pelo Pe Orlando.




Texto e fotos:
Bruno Silva - PasCom SJPII

Formatura ensino médio da Escola Ormy Araújo

No dia 21 de dezembro de 2016, aconteceu na Matriz da Paróquia São João Paulo II, Igreja Nossa Senhora da Piedade a celebração do culto em Ação de Graças pela formatura dos alunos do 3º ano do ensino Médio da Escola Estadual Prof. Ormy Araújo Amaral. A celebração foi presidida pelo Diácono Artur, e contou com a presença dos pais, familiares e amigos dos formandos, além da direção da escola e demais equipes de funcionários.
Na ocasião, o Diácono Artur, falou sobre sonhos e que não se deve deixar de sonhar, acreditando em nós mesmos, levantado a autoestima dos formandos, ressaltou também a importância e a valorização dos professores e funcionários.






Texto: Maíra Rosa - PasCom SPII
Fotos: Carlos Daniel Santos - PasCom SJPII

sábado, 31 de dezembro de 2016

São Silvestre I

Este Papa do início da nossa Igreja era um homem piedoso e santo, mas de personalidade pouco marcada
São Silvestre I apagou-se ao lado de um Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro Bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos.
E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios Bispos, o Bispo dos Bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político.
E talvez São Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ainda estava muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e São Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência.
Constantino terá certamente exorbitado. Mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissenções ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo que, apesar de já condenado no pontificado anterior, se vê de novo discutido, em 316, por iniciativa sua.
Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade. Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os Bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Liber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo, e envia, como representantes seus, Ósio, Bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros.
Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se a aprovação do veredito final. Além disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador.
Foi o primeiro Concílio Ecumênico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 Bispos, com o próprio Imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo Bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por S. Silvestre.
Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até à sua queda em poder dos turcos otomanos, em 1453.
Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de S. Silvestre, a Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e mais tarde a S. João Batista e S. João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade.
Depois de um longo pontificado, cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre S. Silvestre I no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. Sepultado no cemitério de Priscila, os seus restos mortais seriam transladados por Paulo I (757-767) para a igreja erguida em sua memória.

São Silvestre, rogai por nós!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Sagrada Família

A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajuda cada um a caminhar no espírito de Nazaré
Se o Natal tiver sido ao domingo; não tendo sido assim, a Sagrada Família celebrar-se-á no domingo dentro da Oitava do Natal.
Da alocução de Paulo VI, Papa, em Nazaré, 5.1.1964:
O exemplo de Nazaré:
Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la.
Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas!
Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré.
Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo. Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê.
Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social.
Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este teto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos econômicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor.
João Paulo II, na Carta dirigida à família, por ocasião do Ano Internacional da Família, 1994, escreve:
A Sagrada Família é a primeira de tantas outras famílias santas. O Concílio recordou que a santidade é a vocação universal dos batizados (LG 40). Como no passado, também na nossa época não faltam testemunhas do “evangelho da família”, mesmo que não sejam conhecidas nem proclamadas santas pela Igreja…
A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajude cada um a caminhar no espírito de Nazaré; ajude cada núcleo familiar a aprofundar a própria missão civil e eclesial, mediante a escuta da Palavra de Deus, a oração e a partilha fraterna da vida! Maria, Mãe do amor formoso, e José, Guarda e Redentor, nos acompanhem a todos com a sua incessante proteção.

Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!